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Correlação entre a densidade óssea mandibular, femural, lombar e cervical.

 

Introdução: diante da maior frequência de pacientes adultos que se submetem atualmente ao tratamento ortodôntico, as condições gerais de saúde dessa faixa etária têm sido motivo de investigações correlacionadas aos eventos ligados ao metabolismo ósseo, haja vista que os movimentos dentários são dependentes do processo de remodelação óssea, ainda que num nível local. Diferentes padrões de densidade óssea podem acarretar diferentes respostas ao movimento ortodôntico.

Objetivos: o presente estudo avaliou a correlação da densidade mineral óssea (DMO) geral com aquela da região mandibular.

Métodos: para tanto, 22 mulheres saudáveis, com idades entre 30 e 45 anos, foram selecionadas para os exames de densitometria óssea das regiões lombar, cervical e femural, bem como da região mandibular. Foram testadas as correlações entre essas leituras e, também, estabelecidos valores de referência para as áreas cervical e mandibular.

Resultados: os resultados não demonstraram correlação significativa entre a densidade mandibular e as demais áreas estudadas. Houve correlação significativa apenas entre a região cervical e a femural. O valor médio DMO normal para a região mandibular foi de 0,983g/cm² (d.p. = 0,334), enquanto para a região cervical foi de 0,768g/cm² (d.p. = 0,102), e os valores médios para a região lombar e femural foram de, respectivamente, 1,127g/cm² (d.p. = 0,067) e 0,925g/cm² (d.p. = 0,078), esses últimos semelhantes aos valores de referência da Organização Mundial de Saúde.

Conclusões: sugere-se que o exame da área femural possa abranger o valor esperado para a área cervical, entretanto há necessidade do exame densitométrico particular para a área mandibular, não sendo adequada a extrapolação dos valores tradicionais (lombar e femural) para estimativa dessa área. Estudos adicionais são necessários para avaliar as variações densitométricas locais e eventual influência sobre a movimentação ortodôntica.

Palavras-chave: Densitometria óssea. Osteoporose. Movimentação ortodôntica. Remodelação óssea. Densidade óssea mandibular.

Ocorrência e relatos de casos de fraturas radiculares do Projeto Centro Especializado Maringaense de Traumatismo em Odontologia da Universidade Estadual de Maringá.

 

Objetivo: verificar a ocorrência de fraturas horizontais radiculares traumáticas em pacientes do projeto de extensão Centro Especializado Maringaense de Traumatismo em Odontologia da Universidade Estadual de Maringá (CEMTrau-Odonto), assim como avaliar os procedimentos realizados e relatar casos clínicos.

Material e Métodos: foram avaliados 267 prontuários dos pacientes deste projeto correspondentes ao período de 2002 a 2006, quanto às imagens radiográficas, à história e ao diagnóstico do trauma e à conduta terapêutica.

Resultados: dentre as consequências dos traumatismos dentoalveolares no projeto CEMTrau-Odonto a fratura radicular horizontal correspondeu a 3% e o tratamento endodôntico foi realizado em quatro dos nove casos acometidos por esta injúria.

Conclusão: embora a fratura radicular horizontal tenha apresentado ocorrência relativamente baixa (3%), não se pode negligenciá-las. Os casos apresentados mostraram a importância de uma equipe multidisciplinar realizando procedimentos clínicos e métodos de acompanhamento coerentes com a literatura.

Palavras-chave: Traumatismos Dentários; Fraturas dos Dentes; Tratamento do Canal Radicular; Relações Interprofissionais.

Reproducibility of natural head position in profile photographs of children aged 8 to 12 years with and without the aid of a cephalostat

 

Objectives: The present study assessed the reproducibility of the natural head position (NHP) in children.

Methods: Twenty-five children (12 females and 13 males) aged 8 to 12 years (patients at the School of Dentistry of the Universidade Estadual de Maringá PR, Brazil) were photographed. Photographs were taken in the NHP using a digital camera with and without the aid of a cephalostat. A vertical line (VL) was used as reference for the measurements. The photographs were taken again after a 15-day interval using the same protocol. Reproducibility of the NHP between both photograph sessions was evaluated using an angular measurement between the reference vertical line and a profile line passing through the soft pogonion and the upper lip point.

Results and Conclusion: Although positional variations have suggested that patients in this age group should receive additional orientation on NHP photographs, there were no significant differences in the NHP within a 15-day interval with or without the aid of a cephalostat. The NHP proved to be a method with good reproducibility in children.

Keywords: Natural head position. True vertical line. Orthodontics. Children.

Correlação entre a avaliação microscópica e a leitura por laserfluorescência de lesões de manchas brancas em dentes bovinos: estudo in vitro

 

Objetivo: avaliar a correlação entre as leituras de descalcificação artificial de esmalte in vitro por meio do DIAGNOdent® e pela microscopia óptica com luz polarizada.

Metodologia: foram utilizados 25 dentes bovinos que foram expostos a um meio artificial de cáries por uma hora, duas vezes ao dia, por 35 dias. Em seguida, procedeu-se as leituras das fluorescências utilizando o aparelho laser DIAGNOdent®. Foram registradas as leituras das áreas sem descalcificação (para calibração) e as áreas desmineralizadas artificialmente. Após as leituras da fluorescência, as regiões de leitura por laser foram cortadas em secções de aproximadamente 400μm e avaliadas por meio da microscopia de luz polarizada.

Resultados: demonstraram que, embora com algum grau de variação, o sistema DIAGNOdent® foi capaz de detectar as descalcificações semelhantemente àqueles reconhecidos por microscopia de luz polarizada, estabelecendo um padrão razoável de equivalência de leituras.

Conclusão: os valores médios encontrados para o DIAGNOdent® demonstraram um coeficiente de correlação de Pearson de 0,63 com relação aos valores das leituras microscópicas.

Palavras-chaves: Desmineralização; Laser; Microscopia de Luz Polarizada.

External Apical Root Resorption after Six and 12 months of Non-Extraction Orthodontic Treatment.

 

Objectives: The aim of the present study was to test the hypothesis that external apical root resorption (EARR) after six months of orthodontic treatment could be an incidence indicator of EARR after 12 months of treatment in non extraction orthodontic cases. A comparison of EARR between different types of root morphology was also performed.

Material and Methods: Periapical radiographs of the upper incisors were obtained prior to treatment (T1) as well as at six months (T2) and 12 months (T3) of non-extraction orthodontic treatment among 47 patients aged 11 years or older. The roots were classified based on anatomic shape. Triangular, pipette-shaped, bent and/or short roots were classified as having a tendency toward EARR, whereas those with a rhomboidal and rectangular shape were classified as having no tendency toward EARR.

Results: At 12 months of orthodontic treatment EARR ranged from 0 to 12.1% of total tooth length (mean: 3.5%; SD: 3.03), which meant 0 to 2.7mm of EARR. There was significant correlation between EARR at six months and EARR at 12 months (r=0.7606; p<0.0001). There was no correlation between root shape and EARR.

Conclusions: EARR after the first six months of orthodontic treatment was a good incidence indicator of EARR after 12 months of treatment (r = 0.8). Root shape did not show significant influence in root resorption level in non extraction orthodontic cases.

Keywords: Orthodontic tooth movement; Root resorption; Periapical radiographs

Effects of rapid maxillary expansion on middle ear function: One-year follow-up.

 

Objective: To evaluate the effects of rapid maxillary expansion (RME) on middle ear function before, after, 3 months and one year from expansion procedure.

Patients and methods: Eighteen patients with mean age of 8.1 years ( _3.7) and posterior cross-bite were followed from pre expansion to one year after RME, regarding their hearing quality and middle ear function. Nine of them presented middle ear dysfunction (MED) and nine presented normal function (NF) before rapid maxillary expansion. Audiometric and tympanometric exams were taken before rapid maxillary expansion, after RME (15 days), 3 months and one year after rapid maxillary expansion.

Results: Among those in the MED group, no patient had acoustic reflex (AR) before rapid maxillary expansion; 67% presented type C tympanometric curve, 22% had type A and 11% had As type tympanometric curve. One year after rapid maxillary expansion, all patients presented AR and showed type A tympanometric curves. In NF group, all patients showed AR and type A tympanometric curves in all records. In both groups no audiograms presented significant variations along study.

Conclusion: Rapid maxillary expansion has no deleterious effect in hearing quality and seems to improve middle ear function in children with posterior cross-bite in a one-year perspective.

Keywords: Hearing Cross bite Audiometry Acoustic impedance tests Maxillary expansion Middle ear function

Is there correlation between alveolar and systemic bone density? 

 

Objective: The present study assessed the correlation between maxillomandibular alveolar bone density and systemic bone mineral density (BMD).

Methods: Dual-energy X-ray absorptiometry of the anterior and posterior maxillomandibular alveolar bone, of the standard sites for the measurement of BMD (lumbar spine and femur) and the third cervical vertebra was performed on 23 middle-aged women. Periapical radiographs were also obtained, with an aluminum step-wedge as reference for the digital reading of apical bone density of the upper incisors.

Results: Spearman’s correlations coefficients revealed that density in the apical region was correlated with that of the femoral neck (r = 0.433; p < 0.05); BMDs of the posterior regions of the mandible and maxilla were significantly correlated with that of the cervical vertebra (r = 0.554, p ≤ 0.01 and r = 0.423, p ≤ 0.05, respectively); and the anterior maxilla was correlated with the posterior mandible (r = 0.488, p ≤ 0.05). Conclusion: Bone density of the maxillary alveolar bone was significantly correlated with that of the femoral neck. Among the bone densities of the alveolar regions, only the anterior maxilla and the posterior mandible were significantly correlated. The findings suggested that bone densitometry might be individually and locally evaluated.

Keywords: Bone density. Dental radiography. Densitometry.

Analysis of correlation between initial alveolar bone density and apical root resorption after 12 months of orthodontic treatment without extraction. 

 

Objective: The aim of the present study was to investigate the correlation between initial alveolar bone density of upper cen­tral incisors (ABD-UI) and external apical root resorption (EARR) after 12 months of orthodontic movement in cases without extraction.

Methods: A total of 47 orthodontic patients 11 years old or older were submitted to periapical radiography of up­per incisors prior to treatment (T1) and after 12 months of treatment (T2). ABD-UI and EARR were measured by means of densitometry.

Results: No statistically significant correlation was found between initial ABD-UI and EARR at T2 (r = 0.149; p = 0.157).

Conclusion: Based on the present findings, alveolar density assessed through periapical radiography is not predic­tive of root resorption after 12 months of orthodontic treatment in cases without extraction.

Keywords: Root resorption. Tooth movement. Dental radiography. Bone density.

A Clínica

“Consideramos a rinoplastia uma arte”

O Dr Gilberto e o Dr Guilherme são perfeccionistas por natureza e isso, somada às técnicas diferenciadas, são a razão pela qual a cirurgia é mais trabalhosa e leva mais tempo do que as cirurgias tradicionais.

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